Não calo

Num abril, bloqueei meus olhos para as linhas de minhas mãos. Não creio, não me fazem destino onde não há. Faço destino?
Olhei neste junho as mãos de velha:
lisas como vida já passada. Antes calos, antes linhas.
Mas que moça madame esta que esqueceu de empunhar as penas!

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One Response to “Não calo”

  1. Renato Says:

    mas que por favor, também, não cale esse simpático blog, pílulas da madrugada que eu tanto gosto.

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